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Empréstimos para capital de giro exige planejamento no 2º semestre

  • 13-08-2026 06:50


  • CURITIBA (PR) – A gestão do capital de giro no segundo semestre de 2026 tornou-se um desafio estratégico primordial para as pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras.

    Com a taxa básica de juros (Selic) mantida em patamares elevados e projeções de inflação acima da meta oficial, a busca por recursos para manutenção da operação, compra de estoque e pagamento de fornecedores exige antecipação das lideranças empresariais.

    Analistas de mercado alertam que deixar para obter recursos em momentos de sufoco financeiro pode significar a contratação de linhas emergenciais com custos substancialmente superiores.

    De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,07% em julho de 2026, mantendo a inflação acumulada em 12 meses na casa de 4,44%.

    Embora sinalize estabilidade em relação ao pico do período, o cenário macroeconômico ainda impõe entraves ao crédito produtivo.

    Pesquisa recente realizada pelo Banco Central do Brasil com 25 instituições financeiras revelou que a oferta de crédito para micro, pequenas e médias empresas foi percebida como restritiva no início do ano, com expectativas de continuidade desse aperto nos próximos trimestres.

    Fatores como inadimplência, restrições cadastrais e menor tolerância ao risco continuam pesando nas análises bancárias tradicionais.

    No ambiente de financiamento corporativo de longo prazo, a Taxa de Longo Prazo (TLP), usada como referência em operações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), atingiu 8,21% ao ano, acrescida da variação da inflação em agosto de 2026.

    O indicador representa o maior nível da série histórica iniciada em 2018, impulsionado pelas incertezas fiscais e pela pressão do mercado de títulos públicos, o que reforça o custo elevado do financiamento convencional no país.

    O impacto da restrição do crédito no fluxo de caixa empresarial O capital de giro funciona como o pulmão financeiro que garante o pagamento de salários, contas fixas e reposição de mercadorias.

    Quando o fluxo de caixa projetado indica déficit para os trimestres seguintes, a falta de liquidez força muitos empresários a utilizarem modalidades de curtíssimo prazo, como o limite do cheque especial ou a rolagem de faturas de cartão corporativo. Segundo dados levantados pelo Sebrae, cerca de 67% dos pedidos de crédito tradicional efetuados por pequenos negócios são negados pelas instituições bancárias convencionais, sobretudo por exigências burocráticas e falta de garantias líquidas.

    Esse afunilamento leva companhias a recorrerem a linhas de emergência com prazos curtos e juros elevados, comprometendo a saúde financeira do negócio no longo prazo. Diante do crédito tradicional mais rigoroso e com spreads elevados, o mercado paranaense tem buscado alternativas para reestruturar dívidas e captar recursos com custos menores.

    Uma das rotas em expansão é a conversão de ativos imobiliários corporativos ou pessoais em liquidez para a empresa. Estruturação de garantias seguras como o Home Equity A modalidade de empréstimo com garantia de imóvel, também conhecida como Home Equity, tem se posicionado como alternativa de planejamento financeiro para pequenos e médios empresários.

    Ao utilizar um bem imóvel comercial ou residencial como garantia real da operação, o tomador consegue reduzir o risco da instituição financeira, obtendo prazos mais longos de quitação (que podem chegar a 20 anos) e taxas de juros competitivas em comparação com as linhas de crédito pessoal ou corporativo sem garantia. Levantamentos da carteira B2C do Banco Bari mostram que o home equity tem ganhado espaço entre empreendedores.

    Em 2025, 16,38% dos clientes buscaram a modalidade para captar recursos para capital de giro ou investir em seus próprios negócios.

    Em 2026, os empresários já representam 21% do público que procura o produto.

    A liberação das linhas estruturadas requer precisão técnica para resguardar a operação e garantir a sustentabilidade do orçamento da empresa.

    A avaliação contempla análises jurídicas detalhadas e vistorias sobre os bens ofertados. “O processo inclui uma série de avaliações rigorosas, abrangendo aspectos jurídicos, a capacidade de renda do cliente e a análise do próprio imóvel.

    Todos esses critérios são fundamentais para garantir a segurança da operação para ambas as partes, o cliente e a instituição financeira”, explica Mateus Vargas Fogaça, especialista em regulamentação do Bari. Jeito Bari de decidir: antecipação evita o custo de modalidades emergenciais A desaceleração gradual da economia e a manutenção do custo do dinheiro em patamares elevados exigem que as pequenas e médias empresas evitem a captação emergencial de recursos.

    O planejamento do fluxo de caixa com base em relatórios de contas a pagar e a receber, identificando sazonalidades e indicativos de déficits recorrentes, permite ao gestor planejar a captação de recursos com antecedência. A busca por linhas de crédito estruturadas com garantias reais, como o empréstimo com garantia de imóvel do Banco Bari, permite amortizar compromissos de curto prazo mais caros, unificar dívidas e assegurar o fôlego operacional necessário para atravessar o encerramento do exercício fiscal de 2026 com equilíbrio financeiro. Initial plugin text Sobre o Banco Bari Com mais de 31 anos de atuação e sede em Curitiba, o Banco Bari é pioneiro em empréstimo com garantia de imóvel no Brasil.

    A instituição reúne nove empresas com competências complementares, permitindo que toda a cadeia de concessão, gestão e securitização de crédito seja realizada internamente.

    Além de sua expertise em empréstimo com garantia de imóvel, o Banco Bari oferece soluções como empréstimo consignado, investimentos e securitização imobiliária.

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    Fonte: G1